do menino:
Levantei uma pedra e achei um bicho nojento lá em baixo. Eu coloquei o dedo nele. Eca.
do inseto:
Sempre me perguntei se a vida era só isso: Alimentar-me no escuro, da vida microscópica oriunda dos fungos, sob o inalcançável e imutável céu de pedra. Tudo o que eu sabia do universo lá fora era o que eu [...]
Arquivo da categoria ‘contos’
do menino e do inseto
Publicado em contos em Setembro 21, 2009 | 1 Comentário »
Rancune pt.2
Publicado em contos, etiquetado duelo em Setembro 1, 2009 | Deixar um comentário »
Rancune pt. 1
Rieux foi impetuoso, e investiu dando um rápido porém firme passo a frente, enquanto sua arma descia cortando o ar em direção de seu oponente.
O golpe, tinha graciosidade, mas muita potência e sem dúvida causaria um ferimento devastador em Masson, se esse não tivesse aparado o golpe com sua espada, e se lançado [...]
quando tocaram os telefones
Publicado em contos, etiquetado bizarro, conto em Agosto 10, 2009 | 1 Comentário »
Apesar do sol tímido e clima agradável a segunda-feira se enunciava chata e laboriosa.
Não havia nada que diferenciasse esse dia dos outros até então.
Quando tudo começou eu digitava preguiçosamente o relatório que deveria entregar no fim do dia e escutava o familiar som de pessoas indo e vindo.
Por um instante houve um silêncio mórbido.
Em seguida, os [...]
Ensaio sobre a perda
Publicado em contos em Junho 9, 2009 | 1 Comentário »
Em uma tarde chuvosa, em uma pequena cidade, no ano de 1997, a vida seguia seu curso normal.
Uma casa vazia, com excessão de uma pessoa, estremecia com os trovões que ecoavam ao longe. E enquanto as gotas de chuva ainda escorriam com velocidade pelo vidro da janela do lado de fora, a mulher chorava.
Apoiada com [...]
Rancune
Publicado em contos, etiquetado duelo em Maio 13, 2009 | Deixar um comentário »
De um lado Rieux, capitão da 17ª legião da Normandia.
Com a espada em riste frente ao rosto, quase lhe tocando o nariz e rente a aba frontal do chapéu.
A mão esquerda se apoiava tensa na bainha , enquanto que com a mão direita, sustentava a empunhadeira do florete a dois dedos de altura abaixo da [...]
As compras de inverno
Publicado em contos em Maio 6, 2009 | 2 Comentários »
Era noitinha, todo mundo estava cheio de roupa, por que era inverno e nevava lá fora.
Eu me lembro que estava olhando pela janela, enquanto os flocos desenhavam estranhas linhas desde onde eu podia vê-los até o chão, onde se perdiam infinitamente.
As paredes eram finas, e o fogo quase se apagando falhavam em manter o frio [...]
Plano de Conquista Pt3 – A jornada
Publicado em contos, etiquetado conto, RPG em Maio 3, 2009 | 2 Comentários »
A bela e terna Aniel guiava o grupo disforme pelos vales sombrios de Zênite.
Durante todo o percurso era no entando visível o quanto ela estava apaixonada por Belioxhis, e que isso era correspondido.
Todavia Belioxhis era o bastião de seridade. E para não atrapalhar a jornada, evitava demonstrar os seus sentimentos.
Mas Aniel não se continha. Parecia [...]
Plano de Conquista pt2 – Zênite
Publicado em contos em Abril 20, 2009 | 1 Comentário »
O que dizem é que chegar em zênite é o mesmo que desejar sair de lá.
Lá se passa fome, sede e todo tipo de miséria.
Enquanto seu corpo sofre com as privações e o clima degradante, sua mente é bombardeada por todos os lados.
O lugar te suga todas as energias, destrói todas as esperanças, castra os [...]
Plano de Conquista pt1- Prólogos
Publicado em contos em Abril 18, 2009 | 1 Comentário »
Tudo mudou.
Pelo menos para mim.
Assim derrepente, sem aviso prévio.
Não sei se agradeço ou culpo o responsável, mas é graças a ele que hoje todos sabemos a verdade.
E a vida na Terra nunca voltou a ser a mesma.
E eu vou contar a vocês hoje aqui reunidos a sua história, assim como ela me foi contada.
Tudo começou [...]
Crônicas da Antiga Cygnar – Johny Heart, o Diário. pt 4
Publicado em contos, etiquetado contos, RPG em Abril 5, 2009 | Deixar um comentário »
As páginas a seguir, apesar de não datadas mostra que foram escritas com certa pausa.
Diferente dos relatos anteriores Johny, não detalha cada passagem de sua aventura, mas sim um aparato geral da coisa. Todavia, mais emoção é impregada em sua narrativa, como pode ser acompanhado a seguir.
Finalmente posso descansar.
É a primeira noite em muitas que [...]