
não me tratem como se eu tivesse uma doença infecciosa, mas eu vou ficar por vontade própria sem usar internet.
Começando amanhã (05/10).
Acontecimentos recentes me fizeram colocar em questão certas coisas, entre elas o mau uso da internet. o MEU mau uso da internet.
Vai ser mais um experimento social, que todo mundo que me conhece, sabe que eu faço.
Como sempre ninguém bota fé, mas eu acabo provando que eu consigo. Vai ser divertido, eu espero, e vai me dar a oportunidade de voltar a escrever mais que 140 caracteres por vez.
Eu vou continuar existindo apesar de tudo, mas vocês podem saber quem eu sou aqui , caso esqueçam.
Viajarei por uns dias, escreverei cartas e me aventurarei pelas redondezas.
Então se bateu o tédio, não quer mais usar a interwebs me chama!
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…que caminhava sob um lindo por do sol, com uma companhia agrável.
…que dormia bem debaixo da orelha, junto ao pescoço e coberto por cabelos perfumados de uma mulher gigante.
…que havia uma grande festa, em um salão de teto muitíssimo alto. Nele todos os meus amigos estavam deitados em almofadas e puffs macios, e se divertiam rindo a valer uns sobre os outros, sem malícia. apenas pura alegria. E que depois de um tempo, as portas desse salão se abriram e eu saí e todos me seguiram, enquanto eu descia por uma larga rua. A caminhada foi longa e poucos chegaram até o fim, para se despedirem de mim, que cruzava uma ponte para um destino incerto.
…que dançava animadamente sobre a grama, e que o sol me queimava um pouco as costas nuas, mas ainda sim pessoas se juntavam a mim.
…que o sol me despertava sob os lençóis brancos, apenas para que eu me virasse para o lado e encontrasse uma beldade adormecida, que eu dispertava com um beijo, e que me olhava com a ternura que eu sempre desejei.
…mas eu sempre acordo.

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do menino:
Levantei uma pedra e achei um bicho nojento lá em baixo. Eu coloquei o dedo nele. Eca.
do inseto:
Sempre me perguntei se a vida era só isso: Alimentar-me no escuro, da vida microscópica oriunda dos fungos, sob o inalcançável e imutável céu de pedra. Tudo o que eu sabia do universo lá fora era o que eu ouvia quando os grandes deuses trovejavam.
Sinto quando caminham por aqui, pois o chão sob minhas inúmeras patinhas estremece.
Hoje porém, eu tive a grande revelação.
Com imensurável poder o firmamento foi removido de cima de mim.
Fiquei bobo quando entrei em contato com a luz, não sabia para onde ir.
Foi quando senti a proximidade daquela deidade. ELE se interessou por MIM!
Todas as minhas secções estremeciam em êxtase. Quando ele finalmente me tocou, incontrolavelmente me enrolei de prazer e iluminação.
Ele me deixou lá enquanto devolvia o céu de pedra ao seu lugar.
Foi o momento mais feliz da minha existência.
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Rieux foi impetuoso, e investiu dando um rápido porém firme passo a frente, enquanto sua arma descia cortando o ar em direção de seu oponente.
O golpe, tinha graciosidade, mas muita potência e sem dúvida causaria um ferimento devastador em Masson, se esse não tivesse aparado o golpe com sua espada, e se lançado com o impulso das pernas para trás.
Não foi tempo de se recompor, outro vez a lâmina de Rieux se estendia vertiginosamente à altura de seu peito, rechaçada por um veloz voleio, seguido de um contra-golpe desajeitado que foi facilmente esquivado.
Rieux lutava com calma e assertividade, apesar da voracidade de seus ataques, enquanto o corsário Masson, bastava-se, com certo desânimo, a evitar ser ferido e a desferir um ou outro golpe apenas por praxe.
Essa indiferença atingia o rígido cavaleiro, mais forte do que qualquer surra, e o impulsionava a atacar cada vez mais forte. Masson, obrigado a usar de toda sua agilidade nas pernas, se afastava cada vez mais a cada golpe.
Mas pagou caro ao pensar ter identificado um padrão nos ataques sequenciais, quando Rieux, notando que ele erguia a guarda, desferiu com um golpe um corte superficial em sua barriga.
Sua camisa branca e larga rasgou-se com o golpe, e enrubesceu com o sangue que dele vertia. O ardor fez com que Masson titubear para trás, e levar a mão a altura do ferimento.
Sua expressão partiu do indiferente ao passional em instantes, e como que assumindo nova personalidade atacou seu rival com fôlego renovado.
Agora era a vez de Rieux utilizar de todas as suas habilidades como espadachim, para evitar ser ferido, pelos golpes lançados de diversas formas pelo ensandecido Masson.
Apesar da fúria dos ataques, ele mantinha a mesma postura calma e prudente e não se desesperava, mesmo quando sua guarda esmorecia e a lâmina quase lhe cortava a face. Recompunha-se e contra-atacava com prudência, e precisão, desferindo ainda mais dois golpes no braço esquerdo de seu atacante.
Em uma das muitas investidas, as espadas se enroscaram em uma disputa de força. Masson se aproveitou dessa situação, e rapidamente, pulando de lado junto a Rieux lhe desferiu um golpe com o cotovelo no nariz, derrubando-lhe o chapéu no chão do cais.
O sangue verteu em um fio grosso, mas foi limpo com a luva, enquanto ambos se afastavam para se reavaliar.
A indumentária do Capt. Rieux já não era a mesma do início do embate. Seu colete havia sido retalhado em algumas partes pelo fio do sabre inimigo, e seu cabelo negro, caia em fios largos pela sua testa alva. O nariz, um bocado inchado ainda mostrava sinais de sangue e sua respiração era mais ofegante.
Masson por sua vez, estava deplorável. Sua camisa, lançada ao chão enquanto se recompunham, estava em pedaços.
Seu corpo ostentava diversas cicatrizes antigas, e três vivas e novas, ardendo ainda latentemente. Sua postura debochada mais parecia agora com um animal enfurecido.
Levantou os cabelos longos que quase lhe cobriam toda a face, enquanto buscava dentro de si um pouco mais de escárnio para insultar seu oponente.
-E a mãe, está boa? – E sorriu largamente, enquanto jogava os cabelos para trás.
Rieux, respirou fundo e batendo o pé no chão, reassumiu a postura inicial, com a espada como um estandarte a sua frente. Avançou e trocaram mais alguns golpes, até pararem novamente, quando foi a vez do capitão falar.
-Está bem! E sua irmã, sente minha falta? – Soou sério, mas não pode evitar sorrir após fazê-lo.
Masson que tomou a iniciativa dessa vez. E a troca de golpes perdurou por mais um tempo.
A essa altura, o duelo já havia chamado a atenção dos moradores e trabalhadores locais, que após certa relutância, chamaram os guardas locais.
O apitos soaram ao longe, e se aproximavam junto com passos apressados dos homens da guarda.
-Parados aí! – Disse o mais velho deles. Homem parrudo, não muito alto. Apesar do quepe, era previsível que era careca, mas cultivava um bem cuidado bigode já esbranquiçado pelo tempo. Estava amparado por mais dois guardas, bem mais jovens, mas um tanto quando inexpressivos. Pareciam assustados. – Vocês perturbam a ordem, e ordeno que parem!
Rieux e Masson baixaram as guardas.
Se entreolharam e com um riso cansado reverenciaram cada um a seu modo, mas quase que simultaneamente os guardas.
Masson baixou a espada, enquanto Rieux embainhava a sua e tomava a frente, falando cansada mas respeitosamente.
-Sou Capitão Rieux Rancune da 17ª Legião, e este é meu irmão Masson. Peço desculpas pelo tumulto. Somos de uma família de costumes berrantes, não é irmão? – Buscava o chapéu ao chão, enquanto Masson sorria bobamente para os guardas.
-Sim, sim Rieux. Vocês podem ir agora… O show acabou! – Caminhava junto a Masson, lhe envolvendo com um abraço. – Está tudo bem aqui, viram?!
Desconcertados, e sem entender muito bem o propósito daquilo tudo, mas sem autoridade para interferir nos assuntos de um superior de tanto renome, os guardas se bastaram em dispersar a multidão curiosa que ali se acumulava.
-Precisamos conversar. – Rieux disse quando a atenção já havia sido desviada deles.
Masson conduziu Rieux em direção a seu barco atracado, enquanto o ajudava a acertar o chapéu na cabeça. Caminhavam lado a lado, como se o duelo ferrenho de minutos antes nunca tivesse acontecido.
-A propósito, Marie sente sim muito sua falta… Ela nos preparará o café enquanto conversamos.
Continua…
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A boca é a abertura anterior do tubo digestivo, é constituída pelos dentes e pela língua, que misturam e transformam os alimentos em bolo alimentar, ao envolvê-los em saliva.
Os dentes encontram-se situados nos dois maxilares, constando a dentição permanente de 4 incisivos. 2 caninos. 4 pré-molares e 6 molares em cada maxilar. Vale observar que evolucionariamente esses números vem diminuindo
A língua é o órgão que recebe os estímulos responsáveis pela sensação do sabor dos alimentos. É na língua que se situam a maioria das papilas gustativas.
Junto dos lábios, a língua é também responsável por moldar e dar vazão a voz, a fala.
É com os lábios que se sorri, que se torna uma experiência mais agradável acompanhado por uma boa dentição.

O beijo é denominação do toque dos lábios a qualquer coisa, normalmente em outra pessoa. Denota afeição – entre amigos -, paixão e desejo – com pessoas de afinidade romântica ou sexual.
Nesse último caso, o beijo francês (ou de língua, como é popularizado) é o mais práticado. E dá-se de semelhante maneira:
São os olhares, que antes de tudo se encontram.
A atração, quase palpável pode ser sentida peito adentro. Uma chama que queima com a intensidade da proximidade.
Ao toque de mãos, os corpos vertinosamente se chocam no mesmo ponto onde um arrepio se origina misterioso e percorre a espinha, estremecendo os corpos que se encontram.
Os braços tomam posições instintivas, ora envolvendo ora acariciando.
Os lábios se chocam de leve e abrem de maneira lenta e ritmada. Os hálitos se misturam, quentes e ávidos, enquanto os olhos fecham, arremessando o casal a escuridão dos sentidos.
A iniciativa de um dos lados, de ceder abertura labial e acolher a suave e desejável língua do outro, dá início ao beijo.
Durante o tempo que durar, o beijo segue desta forma. Línguas disputando de maneira deliciosamente graciosa, espaço na boca receptiva.
Brinca-se tocando língua ponta-a-ponta em gracejosos movimentos círculares, deixa-se a cabeça pender de um lado para o outro, para explorar de forma plena todos os sentidos da boca.
De verdadeira excitação e paixão, a língua invade a boca de seu parceiro, ocupando todo o espaço, enquanto a língua que recebe recua desejosa.
Tudo toma vida nesse ritual, os corpos, cada vez mais próximos, pulsam!
As mãos se entrelaçam e se soltam, enquanto investigam o corpo quente junto a si. A nuca, o pescoço, as costas, os quadris sentem com a mesma intensidade o calor do beijo.
Os dentes desempenham papel instigantemente importante, quando, um sorriso maroto se transforma em mordicadas no lábio.
Essa troca reacende o fogo, e com o fôlego renovado, o ciclo se reinicia.
São movimentados 29 músculos da face em um beijo desse estilo. Trocam-se 250 mil bactérias.
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